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A BATALHA DAS IDEIAS NA CONSTRUÇÃO DE ALTERNATIVAS (PARTE 1)

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Com o mundo a braços com umas das suas maiores crises, Portugal, país pobre e de enormes contrastes sociais vive a crise com maiores dificuldades.

Só na terça-feira, em todo o mundo, calcula-se e segundo a OIT (Organização Mundial do Trabalho) teriam sido despedidos setenta mil trabalhadores, por cá os despedimentos são uma realidade sem que o sistema o consiga resolver.

 

O estado, continua impávido e sereno a assistir à delapidação do nosso tecido produtivo, não sendo capaz de encontrar soluções para resolver os vários problemas. Empresas outrora viáveis, são agora um monte de sucata e recordações, muitas delas recebendo dinheiros públicos, inauguradas com pompa e circunstância pelos vários governos.

 

Porque não se entregam essas empresas aos trabalhadores e eles que tomem conta das mesmas em regime de autogestão, sim, porquê enviar milhares de trabalhadores para o desemprego se o estado tem a solução. Porque não ajuda o estado essas novas empresas auto-gestionárias e as promove junto dos clientes? Em vez de colocar milhões em tipos que não foram capazes pela incompetência e pior ainda, por aquilo que “desviaram” para adquirir automóveis de luxo ou férias num qualquer resort paradisíaco, acompanhado por uma qualquer prostituta finória, sim, é para isto que esses trafulhas querem o dinheiro, esta gente está-se borrifando para a empresa e menos ainda para os trabalhadores.      

 

O capitalismo continua a “mamar” na teta do estado, na nossa “teta”, quando este mesmo estado se recusa a dar mais uns euros a pensionistas e/ou reformas mais baixas, prepara-se e em alguns casos já o fez, em injectar milhões, muitos milhões em bancos e empresas de índole bastante duvidosa. Este mesmo estado que continua a fazer figura de rico, quando tem a maioria do Povo com fome.

 

Existe solução, claro que sim, só temos de ser fortes e determinados, denunciar as injustiças e esclarecer o Povo, nas tertúlias, nas associações, no nosso trabalho, etc.. Temos de dizer à burguesia que estamos determinados a mudar, temos as soluções, temos os meios, temos a nossa força.

 

Agora que o capitalismo está moribundo e enquanto alguns se vão entretendo a fazer cócegas ao sistema, pois têm interesse em manter o satus-quo e as mordomias, a luta para derrubar o sistema burguês tem de ser com actos, com determinação e coragem, com soluções efectivas para o Povo, ser ele a decidir, a organizar, nunca nas suas costas ou muito menos em seu nome. A revolução está próxima, vamo-nos preparando.

# ferroadas  

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