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AS VANTAGENS DE LICITAR ALCATRAZ

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No Rio Tejo perto com magnífica vista para Lisboa, está em leilão online a Ilha do Rato, perto da Base de Alcochete.

Devido aos seus apregoados encantos e resguardada dos olhares alheios, com vista para a capital e perto do freeport e do futuro aeroporto, não tendo que mudar o estacionário, propunha que o PS a adquirisse e se mudasse deixando Lisboa mais limpa.

Como o Sr. Engenheiro prometeu “nem que demore 30 anos mas os professores irão ser avaliados porque nunca foram” irá para a tal ilha teimar sozinho, agora ele sim coitadinho e não nós como disse o seu Lacaio Pedreira, quando na 4ª feira passada se referiu ao Professores na Assembleia da República.

Tal como já temos uma Ponte igual a S. Francisco nos EUA também teremos as Ratazanas de Alcatraz libertado.

Estando perto do famoso local podem enterrar estes e outros documentos sem terem que andar a partir betão e alcatrão.

Garantida a operarão “limpeza sem espinhas”

# Isabel Pedrosa Pires

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Categorias:NEOLIBERALISMO
  1. Manuel Baptista
    29 Março, 2009 às 9:40 am

    Com certeza que Smith tem razão em repudiar que tenha injuriado Sócrates. É evidente que a acusação de corrupto apenas é injuriosa se não for fundamentada. O sr. Sócrates, é que terá que provar agora, que o sr. Smith o injuriou!!! Ou seja, terá de provar que é absolutamente certo que não terá nunca havido qualquer tráfico de influências, qualquer acto ilícito, etc. durante a sua longa carreira de político.
    Acho que é um acto de desespero político, este de processar todos os órgãos de comunicação (e não apenas a TVI) que se fizeram eco do famoso DVD em que Smith classifica o «nosso» primeiro de corrupto.
    Em política o que parece, é. Goste-se ou não desta situação é a que Sócrates criou. Ele teceu a corda em que se irá enforcar, por certo!
    Repare-se no seguinte: O que faria nestas circunstâncias um primeiro-ministro que não tivesse qualquer receio, por ter a consciência limpa, que não tivesse sido influenciado, e muito menos corrompido, aquando da decisão de desvincular a área dso futuro Freeport, da área de protecção da Reserva Natural do Estuário do Tejo? Poderia expor, numa entrevista televisionada, por exemplo, as fundamentações técnicas, os pareceres, os critérios que na altura lhe fizeram optar por tal decisão. Poderia descrever detalhadamente e com outros seus colaboradores da época todos os passos que levaram ao licenciamento do empreendimento do tal Freeport.
    Ao não fazer nada disto (que estaria naturalmente ao alcance de um primeiro-ministro e líder do maior partido político) está a dizer implicitamente que há muita sujidade debaixo do tapete. Ele e todos os que à sua sombra foram «medrando» estão na defensiva. Ele e toda a clique que tomou conta do aparelho de estado, com os privilégios associados, estão confinados a uma atitude defensiva, mesmo (e sobretudo) quando assumem uma postura de fuga para a frente. Hoje, pode-se afirmar tranquilamente que Sócrates e o socratismo são cadáveres políticos ambulantes.

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