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Eleições Europeias 2009 – Porque não vou votar

abestencao outdoor

No próximo dia 7, não vou votar nas eleições Europeias. Pela primeira vez na minha vida me vou abster, a forma de votar que escolhi para este caso. Faço-o porque acredito que é importante que com a sua ausência ao acto eleitoral se demonstre aos crápulas que ocupam o poder e nos impõem o jugo da pobreza e da perda de direitos sociais, que o povo deste país não concorda com as suas politicas e com a sua falsa democracia. Faço-o para que a legitimidade daqueles que forem eleitos possa ser posta em causa sempre que decidirem contra os interesses dos povos, quando aprovarem tratados ou directrizes de destruição dos serviços públicos em favor do lucro privado. Faço-o porque acredito que é preciso demonstrar a nossa oposição a este tipo de modelo europeu, a esta farsa democrática onde os eleitos não podem legislar mas tão pouco comentar as decisões da Comissão, nomeada pelos poderes instituídos. Eu, nestas eleições não vou votar.

PS: as imagens que aqui publico, umas ainda virgens outras já publicadas no Wehavekaosinthegarden, são a minha visão daquilo que deveriam ser os outdoors dos partido nestas eleições. Dos que os têm por aí, fiz uma versão, dos que não têm imaginei como poderiam ser se os tivessem.

ps
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psd
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ilda
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be
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cds
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pt
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Carmelinda Pereira POUS
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rei
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ph
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Laurinda Alves outdoor
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mms
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mrpp
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pnr
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  1. 3 Junho, 2009 às 3:54 pm

    A liberdade de votar, é igual à liberdade de não votar.

    Onde é que já ouvi isto…..

    Abraço

  2. wehavekaosinthegarden
    3 Junho, 2009 às 7:14 pm

    Para não dizerem que não vou votar, desta vez vou votar na abstenção

  3. manuelbap@yahoo.com
    3 Junho, 2009 às 8:43 pm

    Agora imaginem quando o ensino estiver 100% municipalizado

    Não há dúvida de que existem demasiados indícios de que há uma vontade política difusa nos partidos em disporem dos cargos nas autarquias para fazerem as suas «trocas de favores» e outras baixas politiquices de campanário.
    E não me venham dizer que os partidos à esquerda do PS são melhores; porque não são! Já provaram sobejamente que procedem como os restantes quando se assenhoreiam do controlo de uma câmara ou simplesmente de um departamento dentro de uma câmara. Basta ver o exemplo da CDU em Sesimbra, ou da gestão PCP-PS nos anos de Sampaio e de João Soares, na Câmara de Lisboa (com apoio do BE).
    No ensino, é notório o aproveitamento oportunista de pessoas conotadas com essa área (à esquerda do PS) em se «chegarem para a frente» para serem nomeadas (supostamente «eleitas» ) como directores, legitimando o modelo de gestão fascistóide que tão bem dizem «repudiar»!
    Não fechemos os olhos ao que nos desagrada; sejamos críticos, inclusive para com os pseudo-movimentos independentes que já mostraram amplamente ao que vinham, tentando canalizar o nosso descontentamento para o voto (até … para o voto no PSD… ou será ilusão minha???).

    Nunca o voto vai mudar a realidade; SE ISSO ASSIM FOSSE, O VOTO SERIA PROÍBIDO; ENTRETANTO VOTEM NO QUE QUISEREM OU NÃO VOTEM, TANTO SE ME DÁ, MAS TENHAM A INTELIGÊNCIA DE PERCEBER QUE NÃO VÃO MUDAR A CORRELAÇÃO DE FORÇAS COM O VOTO: A CORRELAÇÃO DE FORÇAS MUDA-SE DO SEGUINTE MODO:

    1- Expurgando as direcções sindicais dos elementos vendidos, das máfias político-partidárias que as parasitam e com a tomada directa dos sindicatos, por métodos democráticos que não se reduzem a eleições, mas passam por criação de assembleias de base, que ditem aos órgãos dirigentes o que é a vontade explícita das bases.
    2- Pondo à discussão de todo o colectivo de professores a nível local, regional e por fim nacional, um programa de luta coerente, com metas e métodos, para chegar ao ponto de obrigar o poder a recuar,
    3- Exercer o nosso poder no dia a dia, o nosso poder de influir é enorme, apenas o perdemos porque estamos amarrados à ilusão reformista de que as coisas «se resolvem» a nível eleitoral: é por isso que não temos a força que PODERÍAMOS TER.

    Solidariedade,
    Manuel Baptista

    (*)
    Regras da mobilidade chegam às câmaras

    HERMANA CRUZ
    Um funcionário municipal poderá vir a ser transferido de câmara, mudar de serviço ou ser incluído no quadro de excedentes. O pedido de autorização legislativa já foi enviado para o Parlamento. A decisão final cabe ao autarca.
    O Governo quer mudar o regime jurídico que rege a organização dos serviços da Administração Local, revogando o decreto-lei n.º 116/84 de 6 de Abril. A ideia é “dotar as autarquias de condições que lhes permitam cumprir as suas amplas atribuições”, segundo o pedido de autorização legislativa que foi aprovado ontem em Conselho de Ministros, e já foi enviado para o Parlamento.
    São vários os princípios que o Governo deseja incutir no novo regime jurídico. “Pretende-se a diminuição das estruturas e níveis decisórios, evitando a dispersão de funções e competências por pequenas unidades orgânicas”, adianta-se em comunicado, onde se fala no “recurso a modelos flexíveis de funcionamento em função dos objectivos, do pessoal e das tecnologias disponíveis”.
    Na prática, pretende-se incutir na Administração Local os mecanismos de flexibilidade já existentes na Administração Central, como a mobilidade. Ou seja, passará a ser possível transferir funcionários entre autarquias ou entre departamentos do mesmo município. Trata-se de uma medida que visa racionalizar os recursos existentes mas sobretudo auxiliar as câmaras na execução das novas competências que têm vindo a receber da Administração Central. Os eventuais visados não correm risco de perder o emprego, mas podem sofrer uma redução progressiva do respectivo salário.
    Com o regime jurídico que a Secretaria de Estado da Administração Local pretende atribuir à gestão dos municípios, poderá haver, contudo, uma redução do número de funcionários em efectividade de funções. É que uma das alterações previstas prende-se com a possibilidade dos autarcas colocarem funcionários municipais no quadro de excedentes global da Administração Central, que está a ser gerido pela GERAP.
    Mas para que tudo isto possa entrar em vigor, primeiro é preciso que a Assembleia da República aprove o pedido de autorização legislativa que dá ao Executivo o poder de legislar sobre a matéria por decreto. A partir de segunda–feira, o secretário de Estado Eduardo Cabrita começa uma ronda negocial com os sindicatos. Depois, o decreto poderá não ter âmbito nacional. É que caberá a cada uma das 308 autarquias decidir se aplica o novo regime, que permitirá também reformular todos os serviços municipais.
    O Governo crê ter o apoio da Associação de Municípios. Contactado pelo JN, Fernando Ruas remeteu qualquer declaração para a Comissão Executiva de terça-feira.

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