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O novo livro do Chefe Silva

7 Dezembro, 2010 Deixe um comentário

Um amigo deste blog chamou-me a atenção para a notícia que fala de um livro lançado pela campanha do Sr. Silva “Fiel aos compromissos”.
Quem se lembra da última campanha sabe bem que dos compromissos pouco ficou para não dizer nada, tal foi a verborreia que vomitou na altura. Já a palavra “fiel” acredito ter sido escolhida mais pela parecença do personagem a um “bacalhau seco”, que a uma qualquer virtude canina que só se revelou quando os negócios do seu amigo e conselheiro Dias Loureiro andaram pelas bocas do mundo.
Será por isso um livro só com receitas mais que conhecidas e de qualidade muito duvidosa. Houvesse uma ASAE da política e ele ainda acabava por ter de encerrar a campanha tal o perigo para a saúde pública do país que representa.

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A guerrinha do Barack Obama

5 Julho, 2009 1 comentário

barack Obama guerra afeganistão

O Barack Obama já tem a sua guerra particular para brincar; o Afeganistão. Assim está garantido o negócio das papoilas, da indústria de armamento e da guerra norte Americana. Num país pobre, perdido no “Cu de Judas” estão os novos inimigos mortais, os culpados de todos os males do mundo, os Talibãs.
Quando haverá nos EUA um Presidente que não tenha inimigos para abater nem povos para bombardear? Se calhar nunca.

Cá pelo Jardim já começou a campanha de vender os Talibãs como os mais horriveis personagens do mundo e nas televisões já passam as reportagens a mostrar os seus crimes, as suas maldades e a justificação para todas as bombas que lhe pudermos atirar para cima. Tudo como dantes na informação e no controlo da opinião publica.

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Democracia! Só é boa quando ganha o meu candidato

15 Junho, 2009 3 comentários

Ahmadinejad vitoria eleicoes
O presidente cessante do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, anunciou hoje a ocorrência de tumultos na capital iraniana depois de conhecidos os resultados da eleição presidencial. Ahmadinejad, que considerou a sua reeleição “uma grande vitória”, acrescentou que as eleições foram “totalmente livres”, apesar de os apoiantes do seu opositor Hussein Moussavi terem saído às ruas para protestarem contra os resultados das eleições. Segundo o ministro do Interior, Sadegh Mahsouli, Ahmadinejad, 52 anos, obteve 24527516 votos (62,63 por cento) enquanto o conservador moderado Hussein Moussavi obteve 13216411 votos (33,75 por cento).

Presidente cessante? Já têm a sua queda programada? Honestamente não sei se as eleições no Irão foram livres ou não, mas o que sabia era que se o candidato apoiado pelo ocidente ganhasse seria considerada uma vitória da democracia, mas se o a vitória sorrisse a Ahmanidejad então a sua legitimidade e a honestidade seriam sempre contestadas. Não me enganei e a democracia acabou com confrontos provocados pelos ditos maiores democratas. Não apoio o Ahmanidejad porque não apoio qualquer fundamentalismo, mas não posso deixar de estranhar que surgirem confrontos sempre que o candidato do ocidente não ganha. A ideia que dá é que há aqui muita mão de serviços secretos nestas revoltas. Não me esqueço que em Portugal houve uma revolução e hoje sabemos bem que muitos dólares e muitas tramóias foram feitas para s destruir. Ainda hoje pagamos o preço da actividade dos Frank Carlucci’s, das suas negociatas e dos traidores que se deixaram comprar pelos seus dólares. Sabemos bem os seus nomes e o que ganharam em troca. Conhecemos bens os métodos dos que se dizem defensores da liberdade e da democracia. Enquanto houver dois pesos e duas medidas os povos continuarão a sofrer por mais livres e honestas que sejam as eleições. Vivemos tempos de mentira e enganos.

Categorias:eleições, MENTIRAS

Eleições Europeias 2009 – Porque não vou votar

3 Junho, 2009 3 comentários
abestencao outdoor

No próximo dia 7, não vou votar nas eleições Europeias. Pela primeira vez na minha vida me vou abster, a forma de votar que escolhi para este caso. Faço-o porque acredito que é importante que com a sua ausência ao acto eleitoral se demonstre aos crápulas que ocupam o poder e nos impõem o jugo da pobreza e da perda de direitos sociais, que o povo deste país não concorda com as suas politicas e com a sua falsa democracia. Faço-o para que a legitimidade daqueles que forem eleitos possa ser posta em causa sempre que decidirem contra os interesses dos povos, quando aprovarem tratados ou directrizes de destruição dos serviços públicos em favor do lucro privado. Faço-o porque acredito que é preciso demonstrar a nossa oposição a este tipo de modelo europeu, a esta farsa democrática onde os eleitos não podem legislar mas tão pouco comentar as decisões da Comissão, nomeada pelos poderes instituídos. Eu, nestas eleições não vou votar.

PS: as imagens que aqui publico, umas ainda virgens outras já publicadas no Wehavekaosinthegarden, são a minha visão daquilo que deveriam ser os outdoors dos partido nestas eleições. Dos que os têm por aí, fiz uma versão, dos que não têm imaginei como poderiam ser se os tivessem.

ps
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psd
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ilda
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be
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cds
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pt
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Carmelinda Pereira POUS
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rei
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ph
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Laurinda Alves outdoor
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mms
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mrpp
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pnr

Ruptura com o conformismo

22 Maio, 2009 Deixe um comentário

portugal no prato da europa
É preciso orientar as pessoas para as coisas superficiais da vida, como o consumo e a moda. É preciso criar muros artificiais, aprisionar as pessoas, isolá-las umas das outras.
A turba tem de ser direccionada para fins inofensivos graças à gigantesca propaganda orquestrada e alimentada pela comunidade de negócios, que consagra uma energia e um capital enormes para transformar as pessoas em consumidores atomizados – isolados uns dos outros, sem a mínima ideia do que poderá ser uma vida decente – e em instrumentos dóceis de produção (quando têm a sorte de encontrar trabalho). É crucial que os comuns sentimentos humanos sejam esmagados; não são compatíveis com uma ideologia ao serviço dos privilégios e do poder, que celebra o lucro individual como valor supremo.

Noam Chomsky

Quantos de nós, como eu, sentados em frente do computador ou de uma televisão, não nos revoltamos diariamente com a hipocrisia dos tempos que vivemos, com as mentiras a que somos sujeitos e com a propaganda com que somos bombardeados. Quantas coisas que nunca nos foram importantes se tornam bens sem os quais não podíamos viver, quantas ideias que nos pareciam ilógicas se tornam axiomas de tantas vezes repetidas e afirmadas. Quantos de nós sabemos que é urgente mudar o rumo das coisas e nos sentimos sozinhos e impotentes para o fazer. Quantos de nós, aceitamos a perda de direitos e liberdades, recusamos lutar por aquilo em que acreditamos pelo medo de perdermos o pouco que ainda temos. Quantos de nós temem avançar por medo do desconhecido.

Todos sabemos que esta Europa que nos impõe as suas políticas liberais e nos está a conduzir para a perda de direitos, para uma maior pobreza e uma maior subserviência perante o poder económico das grandes multinacionais. Todos sabemos que esta Europa nos está a destruir o sistema produtivo, forçando fábricas a fechar por serem incapazes de competir no mercado global, retirando-nos direitos laborais em nome da competitividade que temos de ter perante países que tratam os seus trabalhadores como escravos, deslocalizando empresas para aumentar lucros. Todos nós sabemos que os nossos pescadores viram sua capacidade de pesca reduzido para que outros possam vir limpar os nossos mares, que a nossa agricultura está a ser devastada para que outros possam vender cá os seus produtos. Todos nós sabemos isso e que durante séculos sobrevivemos como país independente. Todos nós sabemos tudo isso, mas já nos convenceram que agora só o podemos fazer dentro da União Europeia e nos incutiram o medo de que fora dela não sobreviveríamos. Lá no fundo sabemos que estamos ser vítimas de uma mistificação, mas a solidão e o medo tolhem-nos a acção.
Se este medo e este caminho nos estão a conduzir ao desemprego, á pobreza, à descriminação e à perda de todos os direitos que tínhamos não está na hora de mudarmos. Vamos fazer a Ruptura com a União Europeia e determinarmos nós o nosso caminho, proibindo os despedimentos e utilizando o dinheiro que os estado esbanja a pagar o prejuízo dos grandes especuladores e a gastar a subsidiar o desemprego, na manutenção dos postos de trabalho dos portugueses. Vamos perder o medo e ter a coragem de assumir nas nossas mãos o nosso destino, que não tem obrigatoriamente de ser um triste fado.

Eleições Europeias – Os Ricos e os pobres

10 Maio, 2009 Deixe um comentário

europa2009

europa2009 pequenos

Os ricos, são os suspeitos do costume, PSD (2,2 milhões), PS (1,5 milhões), CDU (1,2 milhões), BE (725 mil) e CDS (477mil). Acrescento ainda lá ao fundo o Pedro Quartin Graça, candidato do pequenino MPT que surge com os surpreendentes 1,5 milhões.
Os pobres também nos trazem alguns repetentes que galhardamente voltam campanha a campanha com grande espírito desportivo. Outros novos mas sem grandes novidades. A lista para sabermos quem é quem: Carmelinda Pereira (POUS), Frederico Duarte Carvalho (PPM), Laurinda Alves (MEP) Humberto Nuno de Oliveira (PNR), Carlos Gomes (MMS), Orlando Alves (PCTP/MRPP), Luís Filipe Guerra (PH).

Quanto às despesas de campanha não as conheço, mas imagino que sejam bem mais baratas. Ai ganha o POUS que apresentou um orçamento de 720 euros.


25 Abril. Vamos transformar a memória em realidade

25 Abril, 2009 1 comentário

25abril09

25abril09-2

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