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Posts Tagged ‘sociedade libertária’

É tudo a gamar….

19 Janeiro, 2011 Deixe um comentário
A burguesia partidária (PS, PSD, PCP, CDS, BE, VERDES!!!!! e MRPP!!!!) do burgo recebeu do nosso dinheiro no ano findo (2010) qualquer coisa como (não caiam da cadeira) 71,7 milhões de Euros, sendo o PS o mais agraciado (30 Milhões de Euros). Disto ninguém fala, digo ninguém desses partidos claro. Falam eles  em “moralização” dos gastos e dos subsídios estatais aos mesmos,  como se isso fosse possível, se são eles que “mexem” na massa, é o mesmo que dizer a um pasteleiro que não prove o creme dos pastéis de nata. Como se verifica é tudo farinha do mesmo saco no que toca a “massas”. Se a uns acho normal o gosto pelo “material”, já aos restantes acho estranho o silêncio. Coisas……
Já agora e dentro da mesma linha, como é possível a presidência da república gastar em 2010 também do dinheiro de todos nós, qualquer coisa como 18 milhões de Euros, dizer apenas que a casa Real espanhola gastou no mesmo período 9 milhões.
E arma-se esta gente nos mais sérios da paróquia, nos defensores dos pobres e oprimidos, da moralização e defesa da coisa pública e na equitativa distribuição da riqueza, para mim não passam duns salafrários de meia-tigela, ainda por cima com o meu dinheiro. Merda para tal gente.
# Jota Daniel

18 DE JANEIRO DE 1934

18 Janeiro, 2010 1 comentário

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Não é de mais ainda aconselhar a leitura da obra de Fátima Patriarca “Sindicatos contra Salazar. A Revolta do 18 de Janeiro de 1934” (Imprensa de CiênciasSociais, 2000) de que deixamos aqui parte da resenha que mereceu na Análise Social por Henrique N. Rodrigues: 

(…) 1.º Não tem qualquer sentido reconduzir o 18 de Janeiro à Marinha Grande. Fica mais do que demonstrado que a versão oficial (interesseira, por natureza) e a versão do Partido Comunista (também obviamente interesseira) — ao prestarem destaque quase único à Marinha Grande, aos vidreiros e à liderança comunista não logram comprovativo na realidade dos factos.
2.º Ganha sentido, sim, «recolocar» o 18 de Janeiro na sua dimensão histórica exacta: um movimento operário insurreccional, que visava a reconquista das liberdades sindicais, a par do derrube do regime do Estado Novo.
3.º Neste contexto, a Marinha Grande é um episódio «mediático» (assim o diríamos na linguagem corrente), porque envolve uma ocupação da vila pelos revoltosos — ainda que de duração muito curta —, o assalto aos correios e a rendição da GNR. Sobretudo esta é, de facto,paradigmática. Mas não há greve, não houve «soviete» nem içar de bandeira vermelha nos Paços do Concelho.
4.º O episódio da Marinha Grande é, por outro lado, reposto quanto à autoria do seu comando: se é verdade que a CIS e o PC têm peso significativo na direcção do Sindicato Nacional dos Vidreiros, não é menos verdade que se comprova a participação empenhada da CGT ede trabalhadores de outras correntes político-sindicais.
5.º Fica igualmente comprovado que o movimento operário insurreccional, de que expressões concretas vão ter lugar para além da Marinha Grande, se gera e desenvolve com oconcurso das duas principais correntes sindicais — a anarquista e a comunista — e com o envolvimento dos sindicalistas socialistas ( a Federação das Associações Operárias) e da corrente sindicalautónoma (COSA — Comité das Organizações Sindicais Autónomas).
6.º Fátima Patriarca descreve bem os entendimentos e desentendimentos surgidos entre estas várias correntes e clarifica melhor o seu peso respectivo. É indubitável que a CGT e a corrente sindical anarquista tiveram, neste processo, uma influência marcante. Isto não elimina o papel dos comunistas — que não pode ser esquecido ou menorizado —, mas repõe a verdade essencial: e essa é a do contributo das várias tendências sindicais (anarquista, comunista, socialista e a dos autónomos), segundo os factos que conseguiu demonstrar.Não me parece que seja muito importante, hoje, «contar espingardas», ou seja, procurar apurar se os anarquistas foram mais decisivos do que os comunistas, ou se os socialistas ou os autónomos não tiveram significado relevante. Houve uma convergência de esforços, emergiu uma implicação de todos — mesmo que não tenha ocorrido uma unidade estratégica, organizativa, táctica, como parece evidente pela comprovação dos desencontros, pelas falhas de articulação, pelas recriminações que, «antes e depois», choveram de uma banda e de outra, em recíprocas acusações.
7.º Neste contexto, importaria retirar a conclusão de que o «18 de Janeiro» merece ser comemorado, doravante, não apenas na Marinha Grande, como tem sido tradicional, mas também em Silves, em Sines, em Almada, zonas onde a «história que se fez» deixou na tumba as ocorrências — essas, sim, muito significativas — do que ali se passou; mas onde a «históriaque hoje rompe novos véus» já permite, sem margem para dúvidas, reconhecer que o «18 de Janeiro» é ali que conquista contornos historicamente mais iluminantes. Em suma, Silves, Sines, Almada, precisam de ser «transladadas» da campa rasa em que as colocaram para o «panteão» do verdadeiro «18 de Janeiro».

Texto retirado DAQUI

Ferroadas

 

A HISTÓRIA DO MOVIMENTO LIBERTÁRIO EM PORTUGAL (PARTE I)

16 Novembro, 2009 4 comentários

patria livre

O lançamento do movimento libertário em Portugal é no ano de 1886, a partir da vinda do geógrafo Elisée Reclus e do seu encontro com José Antônio Cardoso.

Em 1886, formou-se um comité anarquista que editou um órgão mensal com o seu nome: “A Centelha”.

Com excepção do sindicalismo de acção directa, o anarquismo foi a componente do movimento social que exerceu mais influência na sociedade portuguesa entre 1886 e 1936.

A partir de 1886, houve um grande crescimento do número de grupos anarquistas. Em cada ano há, em média, cerca de 10 novos grupos. A corrente predominante é a do comunismo-anarquismo.

No final da monarquia, de 1908 a 1910 os republicanos aliaram-se aos anarquistas para implantarem a 1ª República, em 5 de Outubro de 1910. Foram principalmente operários que lutaram e morreram nas revoltas, enquanto os dirigentes republicanos se protegiam nos seus palacetes, esperando o resultado do golpe, para depois aparecerem como heróis da luta contra a monarquia.

Mas, logo em 1911 e 1912, o governo republicano reprime o movimento operário, e muitos operários que apoiavam a república aderiram ao anarquismo. O ritmo de constituição de grupos anarquistas acelera-se, passando de 11 em 1910, são criados mais 61 em 1911, 50 em 1912, 44 em 1913, 57 em 1914, 35 em 1915. Uns trinta novos periódicos vêm tornar mais considerável a imprensa especificamente anarquista entre 1911 e 1916. O facto mais significativo, todavia, reside talvez na criação, pelos militantes, duma Federação Anarquista do Sul (1911), duma outra no Norte (1912) e duma União Anarquista do Algarve (1912), motivados pela preocupação e eficácia. A ascensão espectacular do socialismo libertário parece tanto mais irresistível na medida em que os seus partidários tomam conta do movimento sindical no Congresso de Tomar, em 1914.

Em 1923 é criada a União Anarquista Portuguesa (UAP).

Os anos 20 foram anos de grandes movimentos sociais em que os anarquistas tiveram um papel importante.

Em 1926, realizou-se em Marselha, o Congresso da Federação de Grupos Anarquistas de Língua espanhola em França, de 13 a 16 de Maio. Este congresso havia acordado constituir a Federação Anarquista Ibérica (FAI) bem como a sede desse organismo, dadas as condições anormais de Espanha, fosse fixada em Lisboa, incumbindo a UAP desse trabalho, a qual oportunamente promoveria «um Congresso Ibérico para dar carácter definitivo à dita Federação».

O congresso da UAP, a tal respeito deliberou: «Que seja incumbido o Comité Nacional da UAP de promover uma reunião de delegados do Comité de Relações da UA Espanhola, onde sejam tratados os principais assuntos do movimento internacional e em especial a constituição da FAI».

Entretanto, a União Anarquista Espanhola promove a Conferência Anarquista de Valência, em Junho de 1927, na qual a UAP se fez representar por um delegado directo. Esta conferência mantém a decisão de Marselha quanto ao Comité da FAI, cuja sede deveria fixar-se em Lisboa, visto as condições anormais continuarem em Espanha.

A questão é que essa anormalidade na Espanha, reproduziu-se em Portugal, com continuadas repressões, vários elementos activos foram deportados para África, ficando os restantes sob uma perseguição feroz e o Comité de Relações nunca pôde ser organizado em Lisboa, criando-se mais tarde em Sevilha.

Poucos dias depois do Congresso de Marselha, dá-se o golpe militar de 28 de Maio de 1926, que esteve na origem de uma ditadura militar (1926-1933) e alguns anos mais tarde, em 1933, instaurou-se o Estado Novo, ou ditadura de Salazar, que durou até a 25 de Abril de 1974.

Em 1936, a CGT ainda se faz representar no congresso da CNT, em Saragoça.

Em 1938, o movimento anarquista é já precário. Um grupo de militantes, entre os quais Emídio Santana, fez um atentado falhado contra Salazar.

A partir dessa altura, deixa praticamente de existir um verdadeiro movimento, devido à repressão e ao desmantelamento das organizações.

Ferroadas

ATENTADO A SALAZAR

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Emídio Santana militou nas Juventudes Sindicalistas e foi membro do Sindicato Nacional dos Metalúrgicos, filiado na antiga Confederação Geral do Trabalho (CGT) portuguesa.
No seguimento do golpe militar fascista de 28 de Maio de 1926, desenvolveu uma actividade de resistência contra a ditadura e actividade sindical clandestina.
Em 1936, representou a CGT portuguesa no congresso da Confederação Geral do Trabalho de Espanha.
Em 4 de Julho de 1937 foi um dos autores do atentado a Salazar quando este se deslocava à capela particular do seu amigo Josué Trocado, na Avenida Barbosa du Bocage, em Lisboa, para assistir à missa. Na sequência do atentado, Emídio Santana é procurado pela PIDE e foge para o Reino Unido, onde a polícia inglesa o prende e envia para Portugal onde é condenado a 16 anos de prisão.
A partir do fim da ditadura1974, Emídio Santana retoma a vida militante activa, nomeadamente como director do jornal A Batalha.
Em 1985, Emídio Santana escreveu Memórias de um militante anarcossindicalista, livro onde recorda momentos importantes da sua vida de militância política
Emídio Santana nasceu em a Lisboa, 4 de Julho de 1906, faleceu também em Lisboa, a 16 de Outubro de 1988 foi um dos mais importantes militantes portugueses do anarcossindicalismo. Foi autor de diversos artigos e ensaios sobre o anarcossindicalismo e o mutualismo.
 
# Ferroadas

SOLUÇÕES? CLARO QUE AS HÁ…

31 Maio, 2009 1 comentário

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Numa altura em que a política partidária e seus seguidores entraram na falácia fácil para paspalho ouvir, o cidadão esfomeado, desempregado, explorado e humilhado, lá vai carregando a sua cruz, de esmola em esmola até à desgraça final.

Todos sabemos que estes senhores nada trazem de novo, a não ser as mesmas feiras e mercados, as mesmas lambedelas em idosos e criancinhas, os mesmos porta-chaves e isqueiros, as mesmas caras de hipócritas, as mesmas promessas, as mesmas aldrabices, no fundo, a mesma mediocridade.

Gostaria de perguntar a alguns desses tecnocratas a cheirar a perfume caro, que inalam cocaína, que vestem Armani e mascam tabaco cubano, o que fariam de concreto se se encontrassem desempregados, postos fora de casa por falta de pagamento ou sem dinheiro para comprar alimento para os filhos, sim, que fariam estes burgueses travestidos de defensores da plebe. Sim camaradas e amigos salvo raríssimas excepções (e estes não entram em fantuchadas destas)esta gente nunca soube o que foi o pão que o diabo amassou,  nunca limparam o suor da testa com a cota da mão, foram criados em berço de ouro, alguns (bastantes) trocaram a vida de burguês da linha pela burguesia partidária e pelos corredores do poder, outros, mais “progressistas” , lá vão subindo a escada do poder fingindo ser o que nunca foram, como podem eles saber o que queremos na realidade, o que necessitamos, quais as nossas carências efectivas, nunca o saberão. Os segundos dizem ser a vanguarda da classe operária;  os primeiros defensores dos valores da liberdade, afirmando ainda que os empresários devem ser “ajudados” vs financiados pelo estado, pois só assim se consegue diminuir o desemprego, etc., etc., só demagogia, pura demagogia.

 Soluções de curto prazo

 1 – Auto-gestão e controle total por parte dos trabalhadores das empresas cujos patrões a coberto da “crise” as encerram na maioria das vezes de forma fraudulenta.

 2 – Retomar e reorganizar o sector pesqueiro e agrícola e coloca-lo ao serviço do povo.

 3 – Nacionalização dos sectores base da economia (EDP, Galp, banca e seguros).

 4 – Saída imediata da UE

 Estes são a meu ver e para já as quatro medidas primordiais.

 O estado tem poder constitucional para o fazer, a auto-gestão e as cooperativas estão consignadas na constituição, assim como as nacionalizações. Quanto à UE  bastava para tal haver um referendo. O Povo decidia.

 O dinheiro que estão a dar a banqueiros e patrões que já provaram a sua incompetência, posto ao serviço do Povo, traria uma maior justiça e repartição igualitária da riqueza.

 # ferroadas

AUTOGESTÃO, O CAMINHO

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A ocupação da fábrica de portas e janelas, Republic Windows and Doors, localizada em Chicago nos Estados Unidos, foi encerrada no último dia 11, depois de quase uma semana de ocupação. Os 250 operários estavam na fábrica desde o dia cinco.

Trabalhadores da Republic Windows& Doors foram atendidos depois de seis dias de ocupação da fábrica, mostrando que contra as demissões o caminho é a ocupação das fábricas e a auto-gestão.

 

Os trabalhadores ocuparam a fábrica depois que souberam que os patrões iriam fechá-la sem pagar nenhum direito aos trabalhadores. Algumas máquinas e equipamentos já tinham sido retirados da fábrica pelos patrões antes da ocupação. A fábrica conta com a maioria, 80%, de trabalhadores latino-americanos.

Os trabalhadores reivindicavam o pagamento de indenização referente a 60 dias de salário, férias e também seguro saúde. A empresa despediu os trabalhadores sem qualquer aviso prévio. No estado de Illinois, os trabalhadores, antes de serem demitidos, têm o direito de receber dois meses de salário e pagamento de férias.

A ocupação teve repercussão em todos os Estados Unidos e até mesmo internacional. Os principais jornais noticiaram a ocupação, sindicatos e associações de imigrantes deram apoio à ocupação. 
Uma das justificativas para o fecho da fábrica foi o corte de crédito do Bank of America, mesmo após ter recebido do governo norte-americano uma ajuda de US$ 25 biliões como parte do pacote “salva-vidas” para as empresas diante da crise financeira.

Na quarta-feira, dia 11, cerca de 1.000 pessoas, entre os trabalhadores da fábrica, sindicatos, associações, estudantes etc., fizeram um protesto em frente ao Bank of America para exigir o pagamento.
Com forte pressão e apoio generalizado, o Bank of America cedeu e pagou US$ 1,35 milhões para os trabalhadores. O banco JP Morgan Chase, proprietário de 40% da fábrica também desembolsou os restantes US$ 400 mil dólares para o pagamento dos trabalhadores.

O atendimento das reivindicações ocorreu devido à pressão dos trabalhadores e o forte receio de que este movimento contagiasse outros trabalhadores e provocasse uma onda de ocupações de fábricas em todos os Estados Unidos.

Os trabalhadores de Chicago, da Republic Windows and Doors mostraram o caminho para a classe trabalhadora norte-americana e mundial lutar contra a crise e a ofensiva dos patrões para acabar com direitos e com os empregos, assim como a auto-gestão.

Isto passou-se a 16 de Dezembro de 2008 nos USA’s, país onde os direitos dos trabalhadores é miragem, onde o capitalismo mais selvagem predomina, mas a luta destes trabalhadores em “terreno” nada propício levou a que as suas reivindicações e direitos vencessem.

E por cá?

Onde estão os “heróis” (chefes) dos sindicatos a apoiarem formas de luta idênticas?  

Onde estão os grandes defensores da classe operária?

O caminho é este: ocupação de fábricas e auto-gestão.

# ferroadas

POR UMA SOCIEDADE LIBERTÁRIA (1)

1 Dezembro, 2008 1 comentário

aguia

Entre a monarquia e a república mais democrática, só há uma diferença notável: sobre a primeira, o político burocrático oprime e explora o povo, em nome do rei, para o maior proveito das classes privilegiadas, assim como em seu próprio interesse; sob a república, ele oprime e explora o povo da mesma maneira, para os mesmos bolsos e as mesmas classes, mas ao contrário, em nome da vontade do povo. O povo contudo quer num quer noutro, será sempre o alienado, o explorado, o escravo.

 

Assim, nenhum Estado, por mais “democráticas” que sejam as suas formas, mesmo a república mais “popular” apenas no sentido desta mentira conhecida sob o nome de representação do povo, está em condições de dar a este o que ele precisa, isto é, a livre organização de seus próprios interesses, de baixo (povo) para cima (políticos), sem nenhuma ingerência, tutela ou coerção de cima (políticos), porque todo Estado, mesmo o mais republicano e mais democrático, mesmo pseudo-popular, não é outra coisa, na sua essência, senão o governo das massas de cima (políticos) para baixo (povo), com uma minoria intelectual, e por isto mesmo privilegiada, dizendo compreender melhor os verdadeiros interesses do povo, mais do que o próprio povo, mas como todos sabemos não ser totalmente verdade.

 

Porque o Estado é precisamente sinónimo de corrupção, burocracia, domínio de uma elite sobre o Povo.

 

Que proveito as massas populares extraem ou extraíram do Estado?

 

Estados deste género oferecem uma vantagem indubitável, não para os milhões de explorados e oprimidos, mas para a minoria privilegiada, a burguesia, isto é, a classe que, em nome de sua erudição titulada e de sua pretensa superioridade intelectual, imagina-se destinada a governar as massas; uma vantagem, digamos, para alguns milhares de opressores, carrascos, e exploradores do proletariado. Para o próprio proletariado, para as massas operárias miseráveis, quanto maior for o Estado, mais pesados serão os grilhões e mais sufocante a opressão.

 

Assim, hoje, existe, para todos os países do mundo, um único problema universal, um único ideal: a emancipação total e definitiva do proletariado da exploração económica e do jugo do Estado.

 

#ferroadas

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